‘Mais Daniel Fraga, menos Barsi.’ Jovens brasileiros preferem criptomoedas do que Bolsa, diz Anbima
Apesar disso, o investimento em criptomoedas é ainda quatro vezes menor que a participação nas plataformas de bets.
Em recente análise da Anbima, relata-se que entre os investidores brasileiros, 4% investiram em criptomoedas. O número é o dobro dos brasileiros que investem em ações, de 2%.
Segundo a sétima edição do Raio X do investidor da Anbima, o investimento em criptomoedas é ainda quatro vezes menor que a participação nas plataformas de bets. Que por sua vez, é sete vezes maior que na B3.
Enquanto aproximadamente 22,4 milhões de brasileiros, ou 14% da população, participaram de apostas online, apenas 2% da população investiu em ações, 5% em títulos privados, 2% em títulos públicos e 4% em criptomoedas.
Ademais, a Geração Z destaca-se no meio, com 8% desta população investindo em criptomoedas. Desse modo, os jovens representam o dobro do percentual geral da população que investe em moedas digitais.
Entre as demais gerações, a adoção é significativamente menor, com apenas 2% para a Geração X e 0% para os Boomers.
Além disso, os dados indicam que as criptomoedas atraem a mesma quantidade que produtos como fundos de investimento, títulos privados e compra e venda de imóveis. Todas essas têm uma adesão de 4% cada.
Entre as preferências dos meios de investimento, os bancos digitais estão cada vez mais populares entre os brasileiros. Sendo frequentemente utilizados para operações financeiras, incluindo investimentos em criptomoedas.
Sobre o autor
Leonardo RubinsteinJornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.