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A Coinbase, uma das maiores corretoras cripto nos EUA e que está expandindo para o mundo, está sentindo diretamente o efeito do reaquecimento no mercado. Nesse sentido, suas ações operam com ganhos máximos em 2023. Sob o ticker. COIN, a empresa ultrapassa a valorização de 400% no ano Nasdaq.
Além disso, a maior plataforma de negociação de criptoativos dos Estados Unidos atingiu altas de 20 meses nesta semana. A Coinbase e Bitcoin subiram juntos em 2023, mas podem se descorrelacionar ainda este ano.
Nesse sentido, à medida que o fechamento anual se aproxima, o desempenho da exchange parece estar cada vez mais em uma liga própria. Agora, os traders estão de olho em uma continuação ainda maior do movimento ascendente. Enquanto isso, o mercado segue otimista e aguarda a possível aprovação do primeiro fundo de investimento em Bitcoin à vista (ETF) negociado nos EUA.
Para efeitos de comparação, outras gigantes listadas na Nasdaq não tiveram uma valorização nem perto disso. Por exemplo, a Apple sobe quase 48% no year to date. Enquanto isso, a Amazon sobe 83,7%.
Já a própria Nasdaq 100, índice que junta as cem maiores listadas na bolsa, sobe apenas 53%, bastante puxada pela Coinbase inclusive. A Microsoft sobe 57%, e a Netflix 65,2%. Por fim, a tão queridinha Nvidia, que entrou para as dez maiores esse ano, sobe no ano impressionantes 219%. Portanto, ainda não encosta nem perto da Coinbase.
Comparada até mesmo com a maior altcoin, Ether, a Coinbase superou, com ETH/USD subindo cerca de 85% desde o início do ano. Alguns, notavelmente o gigante de investimentos ARK Invest, reduziram a exposição à medida que COIN subia.
De acordo com dados do site oficial da CEO da ARK, Cathie Wood, as participações em COIN no ETF ARK Innovation (ARKK) da empresa caíram cerca de 11% apenas em dezembro.
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, acredita que o único caminho para as criptomoedas em 2024 é para cima. Esta semana, a empresa se juntou a vários players de cripto dos EUA em uma jogada de arrecadação de fundos de quase US$ 80 milhões para apoiar candidatos eleitorais “pró-cripto” nos EUA.
Armstrong referiu-se a outros desafios atuais para a Coinbase, incluindo a rejeição de uma colaboração na elaboração de regras do regulador encarregado de aprovar o ETF, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). “A Coinbase tem um papel a desempenhar em todos os aspectos da cadeia de valor aqui”, resumiu ele sobre o apelo da exchange em um ambiente pós-ETF.
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