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Coinbase aposta no mercado brasileiro com bônus de até R$300 para novos usuários. Saiba como ganhar

Maior corretora do mundo, a Coinbase, listada na Bolsa Americana, está distribuindo bônus de R$300 para novos clientes.

Coinbase aposta no mercado brasileiro com bônus de até R$300 para novos usuários. Saiba como ganhar
Imagem: Shutterstock

Maior exchange do mundo, a americana Coinbase tem apostado forte no mercado brasileiro e na América Latina. E uma das principais apostas está em usar seu peso “regulado” para dar maior segurança aos clientes de mercado tradicional.

Listada na Bolsa de Nova York, com um valor de mercado de $86 bilhões, a empresa se posiciona como um player capaz de atender as dúvidas de clientes de mercado tradicional (como bolsa e títulos), que tem interesse em cripto, mas possuem receio com o mercado ainda “cowboy”.

Prova disso está no apelo da nova campanha da companhia, que garante um bônus para novos usuários de até R$300, válido para clientes que negociarem R$10 mil em 7 dias.

O valor, a despeito de ser considerado alto para o mercado cripto, é relativamente comum para investidores tradicionais.

A promoção para novos afiliados também possuem um ticket menor, de R$1000 em negociações, que dá direito a um bônus de R$50.

Para ter acesso, basta criar sua conta através deste LINK e seguir as instruções.

Campanha sobre o Real

O ano de 2025 trouxe algum alívio para aqueles que temiam uma desvalorização ainda maior da moeda norte-americana, que chegou a bater R$6,30 ao final de 2024.

Com a adoção de tarifas e a desvalorização do dólar no mundo, o Real entrou na onda, se valorizando frente a moeda americana e operando em torno de R$5,30 ao longo do ano. 

Para aqueles que veem a tendência de longo prazo, porém, a queda é uma janela de oportunidade para aumentar a dolarização de parte do seu patrimônio.

E por dolarização, claro, a aposta nunca essa em comprar dólar e guardar debaixo do colchão, mas comprar ativos em dólar, como cripto e ações.

Nos EUA, a Coinbase se tornou neste ano a primeira exchange a oferecer um leque de ações tokenizadas, práticas que deve se tornar comum ao longo dos próximos anos.

No Brasil, a B3, bolsa de valores brasileira, estuda adotar até mesmo uma stablecoin própria para permitir ações tokenizadas.

Convém lembrar, claro, que a Coinbase atua como investidora da USDC, uma das maiores stablecoins de dólar do mundo, que você pode utilizar para comprar ativos dolarizados, ou investir via staking para obter retornos em dólar.

Neste ano, a companhia famosa pelos comerciais no Super Bowl americano, lançou seu primeiro comercial para o Brasil, colocando o Real no divã. 

Confira:

Regulação em cripto avança no Brasil

Após a aprovação do mercado regulatório do setor em 2022, novas medidas regulatórias foram adotadas, desta vez pelo Banco Central.

O alvo da vez são as chamadas PSAVs, ou Prestadoras de Serviços em Ativos Virtuais. 

A regulação do Bacen, como toda regulação, deve dar garantias aos investidores, além das empresas que atuam no mercado e seguindo as regras brasileiras, frente a empresas (como exchanges), que não seguem a legislação brasileira.

Com as novas normas, exchanges globais que não seguem o padrão brasileiro estarão suscetíveis, bem como seus clientes.

Ao apostar no mercado brasileiro, a Coinbase faz uma aposta também na segurança regulatória, uma marca da sua atuação.

A decisão se soma à atuação da empresa na área de Custódia, feita junto à ETFs brasileiros. A Coinbase é hoje a maior depositária de cripto do planeta, promovendo a segurança de $300 bilhões em ativos digitais, além de ser a empresa selecionada por 80% dos ETFs dos Estados Unidos no setor (incluindo o IBIT da gigante BlackRock).

Para se tornar cliente e aproveitar a segurança, e o bônus, confira o link abaixo:

Resgate seus R$300 em bônus 

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Felippe Hermes
Co-fundador e editor-chefe do BlockTrends, colunista da InfoMoney e co-fundador do Spotniks. Jornalista de criptomoedas, tecnologia e economia.
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