Tecnologia

Carros voadores serão realidade já nas olimpíadas de 2024, em Paris

O evento mais assistido do planeta, as Olimpíadas, deve se tornar uma vitrine para exposição de uma tendência global na aviação: os carros voadores.

O último final de semana de novembro marcou um evento relevante quando o assunto é o futuro: George Jetson, o patriarca da família Jetson, foi concebido por essa data.

No que depender da competição no setor aeronáutico, George, que na série passada em 2062, nasceu em Agosto de 2022, já terá visto desde a infância os carros voadores se tornarem realidade.

Testes com veículos do tipo, os chamados “eVTOLs”, ou veículos elétricos de pouso e decolagem vertical, já são uma realidade.

Em novembro, a brasileira Embraer realizou testes na cidade do Rio de Janeiro, com voos partindo de R$99.

A mesma Embraer já possui encomendas de ao menos 100 unidades por meio da sua subsidiária “Eve”.

Os veículos são uma promessa de melhoria em mobilidade urbana, desenvolvendo transporte em baixas altitudes, limitadas a 300m, e devem ganhar um empurrão promocional em 2024, isto porque as Olimpíadas de Paris já se preparam para utilizar veículos do tipo como o meio de transporte oficial.

Com 3,5 bilhões de espectadores ao redor do mundo, as Olimpíadas são tradicionalmente o evento do maior visibilidade global, superando mesmo a Copa do Mundo FIFA com 3,2 bilhões de espectadores.

O evento de Paris está marcado para junho de 2024.

Em setembro deste ano, uma reportagem da Bloomberg chegou a um número do 65 estações de táxis-aéreos em planejamento do redor do mundo, incluindo o Brasil, onde os veículos da Eve devem substituir jatinhos privados em rotas mais curtas.

O mercado total é estimado em $8,5 bilhões, com a Embraer entre as principais empresas do setor.

Com custo de $500 mil dólares, os modelos da Embraer competem principalmente com os da alemã Lilium, que já fechou a venda de ao menos 220 unidades para a brasileira Azul.

No caso da Embraer, a aposta na Eve é uma das principais feitas pela empresa para se manter competitiva após o desfecho da fusão com a Boeing, uma fusão que daria corpo a empresa brasileira para competir com a junção da canadense Bombardier e a europeia Airbus.

Oficialmente, a operação por aqui deverá começar em 2025, um ano após o modelo de testes em Paris.

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