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BIS testa ponte internacional por Drex com token sintético e AMMS

O projeto foi concebido com objetivo de operar 24 horas por dia, sete dias por semana, com uma infraestrutura experimental projetada para transacionar um possível sintético, apelidado de wCBDCs.

Diversos testes com Drex estão sendo realizados por entidades e instituições nessa fase do piloto. Entre eles, o BIS Innovation Hub, iniciativa do Banco de Compensações Internacionais (BIS). 

Nesse sentido, o BIS divulgou o relatório do Projeto Mariana. Trata-se de uma iniciativa explora a troca transfronteiriça de CBDCs (Central Bank Digital Currencies, ou moedas digitais emitidas por Banco Central) no atacado usando formadores de mercado automatizados (AMMs). Vale ressaltar que, a ideia é que o CBDC nacional, ou real tokenizado, opere através da plataforma Drex.

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Conforme anunciado, especialistas conceberam o projeto para operar 24 horas por dia, sete dias por semana, com uma infraestrutura experimental projetada para transacionar um possível sintético, apelidado de wCBDCs.

Portanto, aos não familiarizados, vale ressaltar que no ambiente de finanças descentralizadas os tokens sintéticos são comuns para facilitar pontes. Geralmente em uma transferência entre blockchains, um cofre na ponta emissora prende ativos como o ETH, e a ponta receptora cria de forma sintética ativos como o WETH.

Nesse sentido, o relatório menciona que desenvolveram o projeto de forma bastante similar na rede de teste pública Ethereum Sepolia. Além disso, construíram as plataformas domésticas na Hyperledger Besu, a rede que utilizaram no piloto do Drex.

Como funcionou?

Ademais, três componentes centrais formam a base da configuração experimental do Projeto Mariana: os wCBDCs, as pontes e o AMM. Desenvolveram o projeto em uma rede de teste pública Ethereum (Sepolia) e construíram plataformas domésticas em versões permissionadas do Ethereum (Hyperledger Besu).

Implementaram os wCBDCs como contratos inteligentes, seguindo “boas práticas do espaço público de blockchain”, e os tornaram compatíveis com o padrão ERC-20, permitindo interoperabilidade, especialmente o uso das três moedas no AMM.

O relatório descreve o design dos três componentes centrais, incluindo os processos relacionados aos casos de uso. Desse modo, a prova de conceito foi baseado em tecnologia blockchain e contratos inteligentes, aproveitando ao máximo o software de código aberto.

O design dos wCBDCs, em particular, seguiu as boas práticas do espaço público de blockchain, com contratos inteligentes diferentes sendo compatíveis com o padrão ERC-20.

Desse modo, o Projeto Mariana apresenta dois principais casos de uso e testes relacionados da infraestrutura experimental. Executaram todos os casos de uso e testes através do aplicativo de front-end Mariana, com interfaces diferenciadas entre os bancos centrais e comerciais.

O primeiro caso de uso é uma transação FX para facilitar pagamentos transfronteiriços. A operação foi ilustrada usando bancos comerciais de Singapura e Suíça executando um pagamento transfronteiriço de Singapura para a Suíça.

Portanto, o relatório também discute considerações operacionais e de política para bancos centrais, abordando aspectos como requisitos de wCBDC, requisitos de ponte e considerações de AMM. O acesso ao wCBDC é determinado pelas listas de permissões gerenciadas pelos respectivos bancos centrais.Confira o relatório na íntegra:

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