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MetaMask confirma plano para token MASK e amplia foco em DeFi

MetaMask prepara o token MASK para reforçar descentralização e governança, segundo Joseph Lubin. Movimento acompanha a chegada da stablecoin mUSD e consolida carteiras como hubs DeFi; detalhes sobre tokenomics e cronograma ainda não foram divulgados.

MetaMask confirma plano para token MASK e amplia foco em DeFi

Joseph Lubin diz que o ativo chega em breve; movimento se soma à stablecoin mUSD e à estratégia de descentralização

A MetaMask confirmou que prepara o lançamento do token nativo MASK para aprofundar a descentralização de componentes do produto. A confirmação foi dada por Joseph Lubin, CEO da Consensys, que afirmou que o ativo “está chegando” e pode estrear mais cedo do que o mercado espera.

Segundo Lubin, a companhia direciona MetaMask, Infura e a rede Linea para uma trajetória de descentralização progressiva, buscando reduzir pontos de controle no centro do ecossistema Ethereum.

A ideia de um token da carteira circula desde pelo menos 2021, quando o engenheiro Erik Marks sugeriu um modelo de propriedade comunitária para o software via um ativo nativo.

Até o momento, não há cronograma, tokenomics, critérios de elegibilidade ou formato de distribuição divulgados. Usuários devem desconfiar de airdrops e vendas não anunciadas em canais oficiais, dada a recorrência de golpes que exploram o nome da carteira.

O movimento ocorre após o lançamento, em setembro de 2025, da stablecoin MetaMask USD (mUSD), cunhada na infraestrutura da M0 e emitida via Bridge da Stripe. O token foi desenhado para swaps, empréstimos e outras operações DeFi, além de facilitar entrada e saída em moeda fiduciária diretamente pela carteira. A MetaMask também planeja integrar a mUSD ao MetaMask Card, aceito na rede Mastercard, ampliando a utilidade em pagamentos.

Em paralelo, o mercado observa carteiras concorrentes avançarem com tokens próprios. A Best Wallet, por exemplo, conduz a pré-venda do $BEST, que promete benefícios como taxas reduzidas, acesso antecipado a dApps e incentivos de staking. Menção meramente informativa; investidores devem realizar diligência independente.

Se confirmado, o MASK tende a funcionar como instrumento de governança e alinhamento de incentivos — potencialmente remunerando provedores de infraestrutura, curadores de dApps ou usuários avançados em recursos DeFi. A definição exata de utilidades e a arquitetura de governança, contudo, permanece em aberto.

O que observar a seguir: publicação de whitepaper e cronograma; regras de alocação, desbloqueios e governança; interoperabilidade com Linea e integração com Infura; implicações regulatórias em mercados-chave. Até lá, cautela com comunicações não verificadas e sites que imitam a identidade da carteira.

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