A corrida dos carros autônomos: Nvidia impulsiona GM e Tesla desafia o mercado
Ao que tudo indica, a indústria automobilística entrou em uma corrida bastante interessante.
Nesta terça-feira (18), a General Motors (GM) anunciou uma parceria estratégica com a Nvidia para impulsionar seus projetos de veículos autônomos e aprimorar a eficiência de suas fábricas.
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“Estou super animado em anunciar que a GM selecionou a NVIDIA para fazer parceria com eles para construir sua futura frota de carros autônomos. O tempo para veículos autônomos chegou e estamos ansiosos para construir com a IA da GM em todas as três áreas”, anunciou Jensen Huang, CEO da Nvidia.
Essa colaboração visa utilizar a plataforma Omniverse da Nvidia para criar gêmeos digitais das linhas de montagem da GM. Desse modo, permitindo simulações e testes virtuais que podem reduzir o tempo de inatividade e otimizar a produção.
Além disso, a GM planeja implementar o computador de bordo Nvidia DRIVE AGX, baseado na arquitetura Blackwell, para desenvolver sistemas avançados de assistência ao motorista e recursos de segurança dentro dos veículos.
Ao que tudo indica, a indústria automobilística entrou em uma corrida bastante interessante. A indústria agora aposta alto, mais do que antes, em carros autônomos. Ou seja, as empresas buscam o melhor trajeto para a integração da inteligência artificial (IA) em seus processos de fabricação e produtos finais.
Tesla e Wyamo querem alcançar primeiro lugar
Enquanto isso, a Tesla adota uma abordagem diferente ao desenvolver seus veículos autônomos. A empresa opta por utilizar apenas câmeras, sem sensores adicionais como LIDAR, visando reduzir custos e tornar a tecnologia mais acessível.
Portanto, especialistas especulam que essa estratégia, se bem-sucedida, pode posicionar a Tesla de maneira competitiva no mercado de veículos autônomos de baixo custo.
Por outro lado, empresas como a Waymo investem em tecnologias mais robustas, incorporando LIDAR e outros sensores para aumentar a confiabilidade dos veículos autônomos, embora isso resulte em custos mais elevados.
Sobre o autor
Leonardo RubinsteinJornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.