Javier Milei fomenta voos do Brasil para Argentina por meio do setor privado
Um dos objetivos de Milei é fomentar o setor privado na economia do país. Entre eles, o setor aéreo, que antes a Aerolíneas Argentina, estatal, dominava.
Em uma medida significativa para fomentar o livre mercado aéreo na Argentina, o governo de Javier Milei anunciou a abertura para voos diretos ao Brasil. Esta decisão foi formalizada por resoluções da Administração Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A internacionalização do aeroporto “Jorge Newbery” na Cidade Autônoma de Buenos Aires agora permite voos internacionais diretos sem escalas comerciais em países que não sejam o de origem do transportador. Anteriormente, o governo não permitia voos sob estas especificações. Agora, o “Jorge Newbery” tem autorização para atuar em diversos países, incluindo o Brasil, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Colômbia.
Anteriormente, a medida restringia que as aeronaves não poderiam ter mais de 200 assentos No entanto, segundo o governo de Milei, com as melhorias na infraestrutura argentina, o governo removeu a limitação e agora voos para o Brasil serão mais comuns. As limitações restringiam o número de companhias áereas que podiam atuar, e deixavam a estatal Aerolíneas em destaque.
Apesar disso, ainda existem algumas limitações para aeronaves de fuselagem estreita. Isso é, aquelas cuja envergadura não exceda 42 metros. A eliminação das restrições, tanto de escalas comerciais quanto de destinos específicos, aumenta significativamente o número de destinos disponíveis.
Além disso, o objetivo também é abrir oportunidades para o fomento do turismo nacional e o fortalecimento das economias regionais. Especialmente com o aumento no número de passageiros utilizando o aeroporto para serviços aéreos domésticos.
Um dos objetivos de Milei é fomentar o setor privado na economia do país. Entre eles, o setor aéreo, que antes a Aerolíneas Argentina, estatal, dominava.
Sobre o autor
Leonardo RubinsteinJornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.