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Tether descobriu o que aconteceu em 1971, e inaugura o padrão ouro digital

Assim como antes de 1971, a ideia é combinar a força de uma unidade de conta estável com a segurança e confiabilidade do ouro.

Tether descobriu o que aconteceu em 1971, e inaugura o padrão ouro digital

A Tether, a maior emissora de stablecoin do mercado cripto, anunciou nesta segunda-feira (17) o lançamento oficial do Alloy by Tether. Trata-se de um ativo com paridade ao dólar, mas lastro em ouro. Mais especificamente em Tether Gold. Portanto, similar ao que faziam os Estados Unidos até 1971, quando acabou o padrão ouro no mundo.

Desenvolvido pela Moon Gold NA, S.A. de C.V. e Moon Gold El Salvador, S.A. de C.V., ambas membros do Tether Group, o Alloy by Tether visa redefinir a estabilidade na economia digital. Portanto, assim como antes de 1971, a ideia é combinar a força de uma unidade de conta estável com a segurança e confiabilidade do ouro.

O Alloy by Tether afirma apresentar uma nova categoria de ativos digitais conhecidos como ativos atrelados. Eles são projetados para acompanhar o preço de ativos de referência por meio de estratégias de estabilização. Entre as estratégias, está a supercolateralização com ativos líquidos e pools de liquidez no mercado secundário.

O primeiro token da linha Alloy by Tether é o aUSD₮, a stablecoin é a primeira que seguirá o padrão ouro da era digital, e buscará acompanhar o valor de um dólar americano.

Desse modo, o ativo aUSD₮ é supercolateralizado por Tether Gold (XAU₮), a stablecoin com lastro em ouro da Tether. Este, por sua vez, tem respaldo em ouro físico armazenado na Suíça. Conforme a Tetyher, os usuários podem criar tokens aUSD₮ usando Tether Gold (XAU₮) como colateral.

Atualmente, os contratos inteligentes do Alloy by Tether estão implementados na Mainnet Ethereum. Os usuários podem cunhar aUSD₮ depositando Tether Gold (XAU₮) como colateral por meio de um processo gerenciado por contratos inteligentes compatíveis com Ethereum.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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