Criptomoedas

DogWifHat (WIF) derrete à medida que o hype de cachorros passa

Outras moedas temáticas de cachorros também caíram no último dia, com a Dogecoin (DOGE) caindo 4,6%, Floki Inu (FLOKI) 8,4% e BONK 7,6%.

DogWifHat (WIF) derrete à medida que o hype de cachorros passa
(Imagem: X/Reprodução)

Enquanto o mercado de criptomoedas em geral opera estável, as moedas meme enfrentaram um período difícil hoje, retrocedendo dos picos recentes. A Dogwifhat (WIF), baseada em Solana, caiu dois dígitos durante a noite de ontem (4).

Desse modo, a criptomoeda meme DogWifHat (WIF) continua a se afastar de um recorde histórico estabelecido em 31 de março de US$ 4,85. Atualmente, a criptomoeda está com uma queda de 14% no dia e 14,2% na semana. Assim, sendo negociada a US$ 3,31, segundo dados da CoinMarketCap.

Outras moedas temáticas de cachorros também caíram no último dia, com a Dogecoin (DOGE) caindo 4,6%, Floki Inu (FLOKI) 8,4% e BONK 7,6%. Na categoria de moedas caninas, a Shiba Inu (SHIB) é a que menos recua, com quedas de 3,3% no dia.

Isso continua uma tendência mais ampla de moedas meme retraindo após o rali da semana passada, enquanto o Bitcoin caiu para US$ 65 mil no início desta semana. No geral, a categoria de moedas meme caiu 18,5% na última semana, segundo dados da TradeView.

De todo modo, vale dizer que a narrativa de criptomoedas (também chamadas de tokens dependendo de sua utilidade) trouxe os maiores retornos no primeiro trimestre de 2024. Conforme estudo da CoinGecko, as moedas memes lideram o caminho, alcançando em média retornos de 1312,6% em seus principais tokens. Narrativas como RWA (ativos do mundo real tokenizados), inteligência artificial (IA) e segundas camadas seguem abaixo de memecoins.

Narrativas em cripto são comumente associadas a setores do mercado. Isso é, tratam-se de diferentes usabilidades que a tecnologia por trás do token diz oferecer. No caso das memecoins, tudo não passa de especulação massiva.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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