Criptomoedas

Bitcoin retorna ao posto de 10º maior ativo após ultrapassar Warren Buffett

Para Vinicius Bazan, chefe de departamentos de criptoativos da Empiricus, mesmo valendo 6% do ouro, o ativo pode se tornar uma reserva de valor muito melhor.

Bitcoin retorna ao posto de 10º maior ativo após ultrapassar Warren Buffett
(Imagem: Bing AI)

A alta do Bitcoin colocou a criptomoeda novamente na posição de décimo ativo mais valioso de todos. Nesse sentido, o Bitcoin fica uma posição acima da Berkshire Hathaway, empresa de um dos críticos do Bitcoin Warren Buffett, segundo dados do site Companies MarketCap.

Em primeiro lugar, ainda está o ouro, seguido da Apple. Por incrível que pareça, grande parte das empresas listadas no ranking são de tecnologia, portanto surfaram a onda da Internet, e Web2. Entre elas, que estão no Top 10, estão Microsoft, Nvidia, Meta, Amazon e Alphabet (Google).

Fechando o Top 10 está o Bitcoin, com valor de mercado de US$ 804 bilhões, e seu fornecimento limitado de 21 milhões de unidades. A criptomoeda, que subiu 140% no ano, agora é cotada a US$ 40 mil.

A empresa de Buffett, megainvestidor que por diversas vezes criticou o Bitcoin, tem um valor de mercado de US$ 786 bilhões. Ou seja, vale aproximadamente 2,24% a menos que o Bitcoin. Além disso, a alta no ano da Berkshire (BRK-B) é de pouco mais de 15%, contra os mais de 140% da criptomoeda.

Enquanto o papel da companhia vale na casa dos US$ 300 dólares, o Bitcoin é cotado a US$ 40 mil a unidade. O ouro é o que se destaca, com seus pomposos US$ 13,4 trilhões de valor de mercado. Contudo, o chamado ouro digital também avança postos rapidamente. A narrativa que mais impulsiona a criptomoeda é a aprovação de um ETF à vista nos Estados Unidos.

Para Vinicius Bazan, chefe de departamentos de criptoativos da Empiricus, mesmo valendo 6% do ouro, o ativo pode se tornar uma reserva de valor muito melhor. Portanto, conforme diz, seu potencial ainda é gigante.

Bitcoin
(Imagem: Bing AI)
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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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