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JPEGs no Bitcoin, Taproot Wizards, levanta financiamento de US$ 7,5 milhões

Udi Wertheimer, co-fundador, foi quem minerou o maior bloco e a maior transação na história do Bitcoin com a cunhagem de uma dessas imagens em fevereiro de 2023.

JPEGs no Bitcoin, Taproot Wizards, levanta financiamento de US$ 7,5 milhões
(Imagem: DALLE 3)

Os famosos JPEGs no Bitcoin, Taproot Wizards, um projeto focado no Bitcoin e relacionado ao protocolo Ordinals, arrecadou US$ 7,5 milhões em uma rodada de financiamento inicial. O objetivo da comunidade é “tornar o bitcoin mágico novamente”.


A empresa de capital de risco Standard Crypto, focada em criptomoedas, liderou a rodada de investimento, com contribuições de Geometry, Collider Ventures, StarkWare, UTXO Management, Bitcoin Frontier Fund, Masterkey e Newman Capital, conforme anunciado na conta X do Taproot Wizards na quinta-feira.

A Taproot Wizards se autodescreve como “JPEGs mágicos da internet” no Bitcoin. A equipe oferece uma coleção de imagens do Microsoft Paint de magos que remetem a um meme de bitcoin de 2013: “dinheiro mágico da internet”.

Udi Wertheimer, co-fundador, foi quem minerou o maior bloco e a maior transação na história do Bitcoin com a cunhagem de uma dessas imagens em fevereiro de 2023. O protocolo Ordinals permite aos usuários inscrever dados em satoshis, as menores unidades do bitcoin, criando, efetivamente, tokens não fungíveis (NFTs) na rede Bitcoin.

O protocolo estreou no início deste ano, tornando-se um tema controverso na comunidade Bitcoin, com alguns participantes alegando que ele congestiona desnecessariamente a rede.

Desse modo, cerca de 1,9 milhão de inscrições foram feitas na blockchain nas duas semanas entre o final de outubro e o início de novembro. Assim elevando as taxas da rede para quase US$ 7, um aumento de cerca de 970% desde o início de agosto.

Por essas razões, o Ordinals continua a ter seus críticos. Mas a rodada de financiamento do Taproot Wizards sugere que o projeto também tem muitos fãs.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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