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Tesla: supercomputador pode elevar valor de mercado em US$ 600 bilhões, diz Morgan Stanley

Analistas do Morgan Stanley, sob a liderança de Adam Jonas, veem o Dojo como uma ferramenta que pode abrir novos mercados para a Tesla.

Tesla: supercomputador pode elevar valor de mercado em US$ 600 bilhões, diz Morgan Stanley

O supercomputador Dojo da Tesla tem o potencial de aumentar o valor de mercado da empresa de Elon Musk em quase US$ 600 bilhões, segundo o Morgan Stanley. Nesse sentido, o Dojo impulsiona a adoção de robotáxis e aprimora os serviços de software da Tesla, contribuindo para esse aumento.

Essa meta básica do Morgan Stanley colocaria a ação perto de seu fechamento recorde de US$ 409,97 em novembro de 2021. Isso torna a empresa uma exceção notável: o preço-alvo médio dos analistas pesquisados pela Bloomberg é de US$ 268,42.

“Quanto mais olhamos para o Dojo, mais percebemos o potencial de valor subvalorizado das ações”, dizem os analistas do Morgan Stanley.

A empresa iniciou a produção deste supercomputador em julho, com o objetivo principal de treinar modelos de inteligência artificial para carros autônomos. Além disso, a Tesla tem planos de investir mais de 1 bilhão de dólares no equipamento até o próximo ano.

Analistas do Morgan Stanley, sob a liderança de Adam Jonas, veem o Dojo como uma ferramenta que pode abrir novos mercados para a Tesla. Desse modo, mercados que vão além da simples venda de veículos.

Os analistas do Morgan Stanley acreditam que o Dojo não só pode ajudar carros a “ver” e “reagir” ao ambiente, mas também pode ser aplicado a outros dispositivos que tomam decisões em tempo real com base em imagens.

Em resposta ao potencial percebido do Dojo, o Morgan Stanley elevou sua recomendação sobre as ações da Tesla. Ademais, Jonas também expressou otimismo sobre o futuro, esperando que o Dojo contribua significativamente para o valor em software e serviços da Tesla nos próximos anos.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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