Criptomoedas

Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil trocam valores por Drex

A transação foi uma transferência de reservas bancárias em um ambiente de testes supervisionado pelo Banco Central.

Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil trocam valores por Drex
2014.05.30 - Porto Alegre/RS/Brasil - Bancos. Fachadas. Caixa Econômica Federal. Foto: Ramiro Furquim/Sul21.com.br

O Brasil está avançando na implementação de sua moeda digital, conhecida como Drex. Nesse sentido, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil conduziram a primeira transferência de Drex entre bancos públicos. Esta ação é parte dos testes para a moeda digital que o Banco Central do Brasil pretende lançar até o final do próximo ano.

A transação foi uma transferência de reservas bancárias em um ambiente de testes supervisionado pelo Banco Central. Uma das vantagens destacadas da moeda é a capacidade de reduzir o tempo de liberação de recursos em financiamentos imobiliários.

Rita Serrano, presidente da Caixa, expressou otimismo sobre a moeda digital, ressaltando a importância da inovação no setor financeiro. “A colaboração entre as nossas instituições representa um compromisso com a inovação e a modernização do setor financeiro”, escreve em seu site. “Estamos entusiasmados com os resultados positivos até agora e ansiosos para explorar ainda mais o potencial das moedas digitais e das transações ágeis”, finaliza.

Conforme ela, a viabilização do Real Digital vai significar uma maior agilidade nas transações financeiras, por exemplo, em financiamentos imobiliários que podem diminuir o tempo de espera pela liberação de recursos.  

Para Tarciana Medeiros, presidente do BB, o Drex é uma iniciativa bem-sucedida no Sistema Financeiro Nacional. “O teste realizado entre os dois bancos é mais um passo importante do projeto e demonstra nossa capacidade de incorporar novas tecnologias e inovações aos nossos modelos de negócio”, afirmou.

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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