Criptomoedas

X, antigo Twitter, consegue licença para armazenar e transferir criptomoedas

Empresas que desejam realizar atividades relacionadas ao Bitcoin e criptografia em nome de seus usuários precisam da licença "Currency Transmitter".

X, antigo Twitter, consegue licença para armazenar e transferir criptomoedas
Sede do Twitter (Imagem: Elon Musk/Twitter)

O Twitter Payments LLC, filial de pagamentos de X, recebeu uma licença de Rhode Island para poder armazenar, transferir e trocar Bitcoin e outros ativos digitais em nome de seus usuários. Ou seja, o aplicativo que tem uma meta de ser tudo em um só, segundo o próprio Elon Musk. Desse modo, agora tem aprovação para negociar ativos digitais também.

Nesse sentido, empresas que desejam realizar atividades relacionadas ao Bitcoin e criptografia em nome de seus usuários precisam da licença “Currency Transmitter”, ou “Transmissor de Moeda” em português. Esta licença também inclui provedores de serviços relacionados, como carteiras, processadores de pagamento e exchanges.

Especula-se que a licença seja para a negociação de criptomoedas dentro da plataforma, e não para a criação de uma criptomoeda própria. Isso porque o próprio proprietário da rede social, Musk, disse que não pretendia criar um token para o X.

Ao postar sobre o assunto na plataforma, o portal Bitcoin Magazine foi surpreendido com uma nota da comunidade. O serviço do X visa apontar, e corrigir, desinformações na rede social.

Segundo as notas, “a é imprecisa e enganosa. X obteve uma licença de “Transmissor de Moeda” no estado de Rhode Island. Esta licença será necessária SE X fornecer serviços relacionados a ativos virtuais. Não há absolutamente nenhuma menção ao Bitcoin no pedido de licenciamento.”

Além disso, vale ressaltar que Musk está implementando diversas mudanças no que tange a monetização. Nesta semana, a ferramenta de compartilhamento de receita ficou disponível para os assinantes do serviço X Premium do mundo todo.

Twitter X
Sede do Twitter (Imagem: Elon Musk/Twitter)

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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