Criptomoedas

Minecraft paga US$ 300 por semana em Bitcoin; jogo adere mais um bloco: o Blockchain

Agora os jogadores podem receber Bitcoin ao jogar o, já consolidado, mundo de blocos criado pela desenvolvedora Mojang.

Minecraft paga US$ 300 por semana em Bitcoin; jogo adere mais um bloco: o Blockchain

A Startup Zebedee anunciou a integração da tecnologia da rede de pagamentos em Bitcoin Lightning ao famoso jogo Minecraft. Portanto, a ideia é de que os jogadores consigam receber Bitcoin ao jogar o, já consolidado, mundo de blocos criado pela desenvolvedora Mojang, subsidiária da Xbox Games.

https://twitter.com/zebedeeio/status/1678434051827351560?s=20

A startup de pagamentos centrada em Bitcoin tem como foco a integração da rede Lightining em jogos de celular, ou computador. O aplicativo já conta com alguns games, onde os jogadores conseguem receber recompensas em satoshis, a menor unidade de medida do Bitcoin.

Satlantis , um servidor Minecraft com tema de Bitcoin operado por membros da comunidade, integrou a tecnologia de jogos habilitada para Lightning Network de Zebedee, permitindo que os jogadores ganhem Bitcoin para jogar. Ele funciona com a edição Java do Minecraft em computadores, e os jogadores podem sacar seus ganhos para o aplicativo de carteira ZBD no iOS ou Android.

A integração não é oficial, muito menos é endossada pelo desenvolvedor do Minecraft Mojang ou pela editora Microsoft. Na realidade, a Mojang já chegou a criticar a tecnologia de NFTs nos jogos, e afirmou que o Minecraft nunca iria adotar a prática. Além disso, a desenvolvedora afirmou que a conduta seria de banir qualquer servidor que utilizasse a integração.

Entretanto, a Satlantis está distribuindo mais de 1 milhão de satoshis por semana, de acordo com Zebedee, que é 1% de um Bitcoin. O valor é cerca de pouco mais de US$ 300 no total por semana em Bitcoin. O valor é algo comum entre os demais aplicativos, tanto da Zeebede, quanto em outros, que pagam criptomoedas aos jogadores.

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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