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Finanças

Banco Central exclui Santander de cálculo de concentração bancária

Nova métrica usará dados apenas dos maiores quatro bancos do país.

Banco Central exclui Santander de cálculo de concentração bancária

O Banco Central do Brasil anunciou uma modificação no cálculo de concentração bancária e, com a mudança, o banco Santander ficará de fora do índice que agrupa as quatro maiores instituições bancárias do país.

Antes de anunciar a mudança, os cinco maiores bancos faziam parte do cálculo. Sendo assim, a métrica foi revista para 2020 e 2021, com uma leve redução de 0,1% na concentração do mercado de crédito.

Um novo relatório divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (6) mostra que os cinco maiores bancos do Brasil ainda concentram 68,5%, sendo assim, o índice levou em consideração instituições como Caixa Econômica Federal, Itaú, Banco do Brasil e Bradesco, além do Santander.

A métrica mostra ainda uma diminuição nessa concentração nos últimos dois anos no mercado. Em 2018, por exemplo, esse número era de 70,9%, mas caiu para 68,5% em 2020.

A mudança apresentada pelo Banco Central segue diretrizes internacionais, e acompanha a mesma métrica praticada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), diz nota da instituição.

“Vale notar que a OCDE também adota tal prática, o que significa uma convergência para os padrões da entidade, dado o interesse do Brasil em ingressar na organização.”

Fintech do Itaú se transforma em instituição de pagamento


O Itaú, que faz parte do cálculo de concentração bancária, recebeu autorização para transformar sua fintech, o Ame Digital, em uma instituição de pagamento. De acordo com a autorização, o aplicativo poderá emitir uma moeda digital, além de se transformar em uma credenciadora.

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Ou seja, com mais de 35 milhões de downloads, o Ame Digital possui em média 12 milhões de usuários ativos por mês. O aplicativo já é aceito em mais de 3,6 estabelecimentos no Brasil.

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Paulo José
Jornalista do BlockTrends e especialista em criptoativos. Estudou Jornalismo na UFSJ e mestrado no Instituto Politécnico de Coimbra.
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