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O poder da auditabilidade on-chain

Neste relatório vamos abordar os dados de provas de reservas on-chain providos por exchanges e compreender como estas empresas alocam seu capital, além de uma visão geral sobre o mercado através de indicadores exclusivos.

Resumo

👉Existem mais de 93 bilhões de dólares em reservas de exchanges possíveis de serem auditadas;

 

👉Somente cerca de 87% destas reservas são limpas e não auto emitidas pelas próprias empresas;

 

👉Binance é a exchange com a maior quantidade de capital e liquidez existente no mercado de acordo com o rastreamento feito das empresas que forneceram “PoR”;

 

👉Bitfinex e Huobi são as duas exchanges com menor liquidez real, menos stablecoins e maior quantidade de tokens auto emitidos;

 

👉Dois dos três indicadores de ciclos, exclusivos do BlockTrends Research, já sinalizaram início de zona de acumulação otimizada, o único que ainda sinalizou está muito próximo;

 

👉A faixa de preço que está entre US$11,964.88 e US$15,511.90 é possivelmente a zona de melhor otimização de compra deste ciclo;

 

👉Nossa visão de curto prazo, indicada no último relatório como bearish, se mostrou correta e o preço fez um novo fundo dias depois. Mudamos neste relatório para NEUTRA, onde será mais prudente aguardar novas informações, reavaliaremos no próximo relatório;

 

👉A visão de médio e longo prazo seguem intactas, indicando boa região de compra para retornos positivos 6-8 meses a frente.

INTRODUÇÃO

O grande nome do mercado nos últimos meses tem sido “contágio”, definido na medicina como: transmissão de enfermidade pelo contato imediato ou mediato que se tem com o doente.

Um contágio é exatamente o que tem acontecido com diversas empresas da indústria, após uma porção de protocolos e empresas se mostrarem insolventes ou ligadas ativamente a esquemas criminosos e impactarem outras companhias direta ou indiretamente.

Tivemos o caso da exchange FTX, envolvida em uma série de escândalos amplamente já conhecidos. Após a quebra da empresa cerca de outras centenas de empresas foram impactadas, sendo uma das mais recentes a BlockFi.

Neste relatório dedicaremos metade do conteúdo para compreendermos a saúde financeira das exchanges que ainda atuam no mercado e saber se alguma entre elas pode ser a “próxima FTX”, e dessa forma fornecer uma visão de cautela sobre com quais interagir neste momento difícil.

A outra metade do relatório será para visitarmos novamente indicadores on-chain e analisar o atual momento de mercado, trazendo sempre nossa visão de curto, médio e longo prazo para otimização de alocação.

PROVA DE RESERVAS

“Não confie, verifique” é um dos principais mantras do mercado, entretanto, parece que por muito tempo foi ignorado e esquecido.

A blockchain nos fornece a incrível funcionalidade de podermos auditar transações em tempo real, assim como encontrar endereços de carteiras e seus saldos. No entanto, por mais que esta ferramenta existisse, uma empresa foi capaz de desviar Bitcoin e criptoativos de seus próprios clientes, levantando mais uma vez a questão de como podemos auditar estas empresas.

O movimento “prova de reservas” é hoje uma forma de fornecer transparência para empresas que atuam como entidades centralizadoras de negociação e custódia, no qual, na nossa opinião deverá ser o padrão a ser seguido nos próximos anos.

As provas de reservas ocorrem justamente através da análise on-chain, nosso foco aqui no BlockTrends Research. Algumas empresas já se anteciparam e forneceram seus endereços de custódia para que seja possível vermos em tempo real que ativos possuem, é através destes dados que já foram disponibilizados que iremos trazer o material a seguir.

RESERVAS TOTAIS DE EXCHANGES

Para iniciar esta investigação, vamos observar quanto de capital existe nas reservas das principais exchanges do mercado. Lembrando que as exchanges que serão apresentadas são aquelas que já forneceram prova de reservas criptográficas, sendo aquelas que já permitem auditar seus endereços, nos quais alguns valores podem ser alterados ao longo dos gráficos abaixo pois estas reservas mudam diariamente.

As exchanges que temos acesso e rastreamento feito são: Binance, Bitfinex, OKX, Crypto.com, Huobi, Kucoin, Bybit e Deribit.

Ao todo estas empresas possuem cerca de US$93Bi em reservas auditadas, com a seguinte distribuição apresentada abaixo:

O poder da auditabilidade on-chain

Binance é neste momento, dentre as exchanges auditadas, aquela que possui a maior quantidade de reservas apresentadas, correspondendo a aproximadamente 73%. Possuindo cerca de 66 bilhões de dólares distribuídos em 1358 tokens e ativos digitais. Falaremos especificamente da Binance mais a frente.

Lembrando que estes valores são constantemente alterados, uma vez que exchanges realizam negociações e reorganização de carteiras frequentemente. Estes dados apresentados são do momento da escrita do relatório.

Em segundo lugar, a maior reserva fica por conta da Bitfinex que ocupa 8% das reservas auditadas com US$7,2 bilhões em suas carteiras.

RESERVAS “LIMPAS” E STABLECOINS

Existem diversas formas de rastrear a capacidade de liquidez destas exchanges mas vale lembrar que aqui estamos observando exclusivamente os ativos do balanço.

Em contabilidade existem dois lados de um balanço patrimonial, ativos e passivos, neste caso das reservas de exchanges nós conseguimos observar quanto elas possuem em seu caixa mas não quanto devem a clientes, parceiros e contrapartes.

Por mais que rastreemos os ativos de exchanges, não sabemos o tamanho da dívida em passivo destas empresas.

Portanto, uma outra forma de analisar a situação de liquidez com base exclusivamente nos ativos destas empresas será pela “qualidade” destas reservas, sendo uma forma de compreender quanto destas reservas poderá ser recuperada num cenário de crise.

Para isto iremos utilizar o termo “reservas limpas” para as reservas que não são tokens emitidos pela própria empresa.

Como vimos na FTX, a utilização de tokens emitidos deliberadamente para manipular preços, e colateralisar investimentos de risco com o uso do FTT, é uma prática que impõe perigo a sua sustentabilidade.

O poder da auditabilidade on-chain

A imagem acima é uma representação de todas as exchanges que citamos com foco no percentual das suas reservas que são de tokens auto-emitidos. Estão disponibilizados da seguinte forma em seus respectivos tokens:

  • Binance: 11,32% (BNB)
  • Bitfinex: 34,66% (LEO)
  • Crypto.com: 1,54% (CRO)
  • Kucoin: 18,16% (KCS)
  • Huobi: 45,65% (HT)
  • Bybit: 4,92% (BIT)

Aqui temos uma primeira “red flag” apontada para a exchange Huobi, pois possui cerca de 45,65% das suas reservas em seu próprio token, algo que incorre riscos para a estabilidade da empresa ao posicionar, assim, metade do seu capital.

Bitfinex é a segunda exchange com o maior percentual de tokens auto emitidos das que rastreamos, tendo 34,66% das suas reservas em “LEO”.

Outro fator de extrema importância, a saúde de liquidez destas exchanges é o quanto destas reservas está alocado em stablecoins. Não entrando no juízo da própria stablecoins em si, mas no sentido de que parte deste capital está menos sujeito a volatilidade do mercado.

O poder da auditabilidade on-chain

O gráfico acima trás qual percentual de stablecoins está nas reservas de cada uma das exchanges rastreadas.

Binance, Bybit e OKX são as empresas que mais possuem capital alocado em stablecoins, correspondendo a mais da metade dos seus ativos em reservas. Sendo a distribuição em valores reais da seguinte forma:

  • Binance: US$39 bilhões
  • Bybit: US$1,14 bilhões
  • OKX: US$3,19 bilhões

Por outro lado, as 3 exchanges com menor quantidade percentual de stablecoins em suas reservas são Bitfinex, Deribit e Huobi. Aqui já vale lembrar que duas destas já tinham uma “red flag”, indo portanto, agora para o segundo ponto negativo tanto para Bitfinex quanto para Huobi.

Ambas as duas exchanges possuem respectivamente 1,74% e 21,88%, sendo o caso mais alarmante na Bitfinex por possuir menos de 2% das suas reservas em stablecoins.

Vale deixar claro que cada uma destas exchanges possui objetivos de modelos de negócios distintos, isto significa que cada uma delas mantém reservas de acordo com a utilização dentro de suas plataformas, nossa análise aqui é puramente através das reservas apresentadas.

Para entrarmos em maiores detalhes iremos abordar 4 exchanges principais deste mercado: Binance, Huobi, Bitfinex e Crypto.com.

BINANCE

A Binance é atualmente a líder no mercado global, sendo considerada a exchange mais líquida e com a maior quantidade de clientes em todo planeta, por isso começaremos por ela.

O poder da auditabilidade on-chain

A Binance possui, como falamos anteriormente, cerca de 59% das suas reservas em stablecoins, dando uma certa sustentabilidade das suas reservas frente a um cenário de volatilidade adversa.

Cerca de 21,8% está posicionado em mais de mil tokens distintos e cerca de 9,4% das reservas totais estão posicionadas em Bitcoin.

O poder da auditabilidade on-chain

Dentro das principais 20 alocações da Binance são as duas maiores em BUSD e USDT respectivamente, seguido pelo token da própria plataforma BNB.

Vale notar que entre as maiores reservas mantidas pela empresa está o token meme Shiba Inu, correspondendo a 1.3%.

A Binance, de acordo com as reservas mostradas, possui aproximadamente US$66 bilhões em reservas, sendo destes cerca de US$58,9 bilhões em reservas limpas, correspondendo a 88.82% do total.

HUOBI

Esta exchange é uma das quais apresentou duas “red flags” em nosso estudo, tanto por possuir poucas reservas limpas quanto por possuir baixo percentual de stablecoins.

O poder da auditabilidade on-chain

Aproximadamente 56.85% das reservas da Huobi está posicionada em altcoins e menos de 23% em stablecoins, sendo assim uma exchange que possui alta exposição a volatilidade do mercado.

Ao todo as reservas da Huobi correspondem neste momento a US$3,4 bilhões mas que, como falamos, pode alterar bastante de um dia para outro devido a alta exposição em altcoins.

O poder da auditabilidade on-chain

Ao detalharmos as principais 20 alocações da empresa vemos o que foi falado anteriormente, quase metade do capital da empresa está no seu token auto-emitido “HT” no valor de US$ 1,6 bilhão atualmente.

Isto faz com que a empresa tenha apenas cerca de 54% das suas reservas “limpas” de acordo com nossa análise.

A segunda maior posição fica alocada em USDT com 19,69% das principais 20 alocações. Isto é outro fator negativo, pois como as reservas posicionadas em stablecoins são cerca de 22% isto demonstra que a pouca parcela de capital “estável” está num único token sintético de dólar.

Situação diferente da apresentada acima na Binance, que distribui suas reservas de stablecoin entre BUSD, USDT e USDC.

BITFINEX

A segunda empresa que apresentou “red flags” em nosso rastreamento é uma das exchanges mais usadas para negociação de derivativos neste mercado, com aproximadamente US$7,1 bilhões em suas reservas.

O poder da auditabilidade on-chain

Curiosamente é a exchange que mais possui Bitcoins em relação a suas reservas totais que rastreamos, sendo cerca de 43% de todo o capital da empresa estando em BTC.

O ponto negativo que observamos aqui é que apenas 1.63% das reservas da Bitfinex são stablecoins, sendo assim também altamente exposta a volatilidade do mercado.

O poder da auditabilidade on-chain

Ao aprofundarmos mais também vemos que a segunda maior alocação da Bitfinex é no token chamado “LEO”, auto-emitido pela exchange. Isto faz com que esta empresa também tenha a segunda menor quantidade percentual de reservas limpas.

CRYPTO.COM

Uma das empresas mais conhecidas hoje pelo mercado tradicional é a crypto.com, pois similarmente a FTX meses atrás, esta exchange também investe fortemente em mídia, propagandas e patrocínios.

Portanto, vale a pena destrinchar um pouco mais as reservas apresentadas pela empresa.

O poder da auditabilidade on-chain

Como vemos acima, stablecoins são a maior alocação do capital da empresa, correspondendo a quase 34% de suas reservas. Neste momento as carteiras públicas utilizadas em nossa análise desta empresa possuem um valor de US$ 3,5 bilhões.

O poder da auditabilidade on-chain

Entretanto, ao detalharmos as principais 20 alocações desta corretora tivemos uma “surpresa”. Mais de 15% das principais reservas da Crypto.com estão posicionadas no token “meme” Shiba Inu, algo esquisito para uma empresa deste tamanho ao compararmos com outras do mercado.

Vale lembrar novamente que as reservas mantidas pelas exchanges correspondem diretamente a necessidade diária dos clientes que utilizam aquela plataforma e não necessariamente dizem respeito a escolha própria da administração da empresa. Mesmo assim, vale ter em consideração.

Um ponto “positivo” para a crypto.com é que o seu token auto emitido “CRO” corresponde a apenas 1.6% das principais reservas, fazendo a corretora ter aproximadamente 98% das suas reservas “limpas”.

ANÁLISE DE MERCADO

Como vimos no tópico acima, poder auditar, através de dados on-chain, as empresas que trabalham neste setor é uma das formas existentes para conhecer o nível de liquidez que elas possuem. Através da nossa análise, neste momento as exchanges Bitfinex e Huobi são as que possuem o nível de reservas menos líquido das rastreadas, algo que vale a pena termos em mente.

Outra forma de utilizar a auditabilidade on-chain é para observarmos os ciclos de mercado, assim como falamos no relatório anterior existem diversas métricas de rastreamento que podem nos ajudar a entender como devemos nos posicionar de forma mais eficiente.

Iremos agora observar 3 indicadores exclusivos para assinantes, aqueles que estão em nosso grupo do WhatsApp exclusivo devem ter visto algumas atualizações destes indicadores.

O poder da auditabilidade on-chain
Indicador desenvolvido por @caueconomy

 

O primeiro deles chama-se “Oscilador de Cruzamento”, foi construído com base na quantidade de moedas que estão se movimento em lucro ou em prejuízo. Quando o oscilador atinge as regiões superiores significa que a maioria da rede está vendendo em prejuízo, capitulando.

Por outro lado, quando o oscilador alcança as regiões inferiores significa que a maior parte da rede está vendendo em lucro. Assim, através deste indicador podemos rastrear os picos de euforia e pânico através da movimentação real on-chain.

Durante todo o ano de 2022, o indicador não havia atingindo a zona que chamaremos de “buy zone”, por isso mantive meu ceticismo sobre termos alcançado o fundo deste ciclo.

No dia 26 de novembro, o indicador finalmente atingiu a buy zone, indicando que o período de acumulação otimizada iniciou.

O poder da auditabilidade on-chain

O segundo indicador chama-se SOPR Ajustado, é uma visualização similar àquela mostrada anteriormente, também rastreia as movimentações em lucro ou prejuízo, mas ao invés de olhar a quantidade de moedas estamos observando a quantidade de transações em lucro/prejuízo.

Ele é ajustado através da exclusão das transações feitas durante o período de 1 hora para reduzir o nível de “ruído” apresentado.

Assim como o oscilador de cruzamento, o SOPR ajustado passou 2022 sem sinalizar “buy zone”, somente dia 18 de novembro começou a indicar início de acumulação otimizada.

O poder da auditabilidade on-chain
Indicador desenvolvido por @caueconomy

 

O terceiro indicador chama-se “Supply PnL Oscillator”, mais um que rastreia níveis de lucratividade e prejuízo, desta vez iremos observar quantidade intrínseca de moedas, mas contabilizando as que não foram movidas, ou seja, estamos vendo de fato quantas moedas existem acima ou debaixo d’água.

Dos três rastreadores de ciclos com base na lucratividade este é o único que ainda não fez a sinalização de fundo, entretanto, está basicamente muito próximo de sinalizar se você observar bem o gráfico acima.

Não necessariamente este indicador precisará atingir os mesmos níveis, apesar de que seria um bom sinal observar os três respondendo a formatação condicional que apliquei aos gráficos, sinalizando a barra vertical de “buy zone”.

Por mais que este ainda não tenha sinalizado compra, ele já se encontra na região de compra e por este motivo devemos utilizar os 3 em conjunto. Por isso, apontamos neste relatório que já estamos na região de início da acumulação otimizada.

Aqui vale ressaltar que estes indicadores são mais indicados para visões de médio e longo prazo, uma vez que em alguns períodos estas faixas de preço de acumulação otimizada duram semanas ou meses como em 2018.

O poder da auditabilidade on-chain

Agora vamos visitar novamente modelos de fundo que foram citados no último relatório, com a diferença que iremos visualizar também o chamado “Preço Balanceado”, que pode ser compreendido como a diferença entre o preço realizado e o preço de transferência.

Ambos os modelos são tentativas de detectar fundos de preço com base na movimentação histórica em cada ciclo. Até o momento estes modelos foram bastante precisos e podem nos ajudar a compreender o movimento de preço atual.

Os seguintes valores atualizados para o Preço Delta e Preço Balanceado são:

PD = US$11,964.88 

PB = US$15,511.90

Durante os bear markets anteriores vimos que o cruzamento abaixo do preço balanceado forneceu impulso para o valor de mercado se aproximar do preço delta, ou em outras palavras, que a faixa de preço entre estes dois modelos historicamente marcou o fundo.

Devemos ter em mente que a precificação de curto prazo é aleatória e sensível a diversos fatores extra rede que podem impactar a mente dos investidores e traders.

Isto significa que é mais frutífero pensarmos nesta faixa de preço como a zona de maior probabilidade de compras otimizadas.

VISÃO DE CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZO

CURTO PRAZO (NEUTRO): Como falamos acima, a precificação de curto prazo ainda se mantém fortemente guiada por fatores externos. Apesar de acreditarmos que boa parte das más notícias já tenham sido precificadas, é possível que outras empresas ou instituições deste mercado venham a público anunciando problemas de liquidez ou insolvência. O caso mais recente foi o da BlockFi e como ela é possível que existam outras.

Neste sentido pode ser mais prudente manter uma visão neutra em relação ao preço, até mesmo porque existe a possibilidade de termos uma queda no volume de negociações neste mês de dezembro, já que muitos investidores institucionais começam a parar atividades e fechar o cálculo do seu ano contábil.

No último relatório, publicado dia 16 de novembro apontamos probabilidade de cenário bearish, que foi confirmado 5 dias depois, com BTC atingindo um novo fundo de US$15,450.00, entretanto, neste vamos manter uma postura mais neutra. O mais prudente aqui é que negociadores de curto prazo aguardem por melhores confirmações que, em seu tempo, serão dadas por aqui.

MÉDIO PRAZO (BULLISH): Para negociadores de médio prazo, iremos manter nossa visão bullish. Como apontamos na análise de mercado acima, diversos indicadores de ciclo se posicionam em região de acumulação otimizada e mesmo que tenhamos alguma queda nas próximas semanas que leve o preço para 13-14k essa região já é interessante para uma visão entre 6 meses e 1 ano a frente.

LONGO PRAZO (BULLISH): Os investidores de baixa preferência temporal que se posicionam com foco em longo prazo devem lembrar que nossa visão aqui é a mais sólida. De acordo com inúmero indicadores on-chain a probabilidade estatística de estar em alta lucratividade daqui a 1 ano ou mais é bastante alta. Mesmo com baixa atividade on-chain de curto prazo, acumuladores seguem comprando e a compreensão geral sobre Bitcoin continua sendo amplificada. Se você é um acumulador e entende BTC como um projeto a seguir por muitos anos, esta é uma das melhores zonas de compra dos últimos 2 anos e a paciência será recompensada.

Sobre o autor
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