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Os institucionais mudaram muito de opinião sobre o Bitcoin, conta atual Fireblocks e ex-vice-presidente do Goldman Sachs

“Hoje você vê que essas mesmas instituições já estão criando os seus próprios times de ativos digitais dentro do banco”. diz.

Durante o dia de evento da Ethereum Rio desta terça-feira (14), o BlockTrends conversou com Sofia Düesberg, diretora de vendas na Fireblocks e anteriormente vice-presidente do Goldman Sachs. Conforme contou em entrevista, o posicionamento dos institucionais sobre Bitcoin, cripto e Web3 mudou drasticamente ao longo dos anos.

O primeiro dia de evento bateu bastante na tecla da Web2.5. Isso é, um meio do caminho entre Web2 e Web3 para justamente trazer um público maior ao ecossistema com segurança e facilidade. Seja ele institucional, ou ponta final.

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“No passado as instituições financeiras tradicionais não permitiam discussões sobre investimentos em Bitcoin, ou qualquer outro tipo”, contou.

“Hoje você vê que essas mesmas instituições já estão criando os seus próprios times de ativos digitais dentro do banco. Estão criando produtos, porque eles enxergam hoje que isso está vindo e é parte do nosso presente e futuro”, afirmou.

A Fireblocks é uma fornecedora de tecnologia para custódia cripto, que tem como clientes grandes empresas como Nubank, Mercado Pago e outros. Nos Estados Unidos, um exemplo de cliente que usa a tecnologia da empresa é o próprio BNY Mellon.

Atualmente, A Goldman Sachs já tem um pé no Bitcoin, e no mundo Web3. O banco já lançou sua própria plataforma de tokenização de ativos.

O que é Web2.5?

Düesberg conta sobre como define o conceito de Web2.5. Para a diretora de vendas, trata-se de uma tecnologia híbrida de finanças, ou finanças híbridas.

Ela comenta acreditar em uma ponte que seja capaz de manter o Ethos da Web3, mas tirar algumas ineficiências que os institucionais enxergariam. Como fazer que sejam mais baratas para o consumidor na ponta, por exemplo. Mas, do outro lado, mantendo a segurança, e a confiança que existe em finanças tradicionais.

“Quando você migra e junta esses dois mundos, é o que eu realmente vejo como esse Web 2.5, finanças híbridas, onde você vai ter o consumidor que não necessariamente precisa entender nada de blockchain ou saber como criar um wallet, mas ele vai conseguir usufruir de todos os benefícios que esse novo ecossistema traz pra sociedade”, afirma.

Cross-border payments, os pagamentos entre fronteiras

Düesberg conta que um dos casos de uso que mais admira na Web3 é o de pagamentos entre fronteiras. Ou a possibilidade do usuário conseguir fazer transferências de um país para o outro de maneira rápida, eficiente e sem ter que pagar altas taxas de transação.

Para ela, quando você traz instituições que são confiadas e renomadas no mundo todo, traz uma grande confiança em torno do ecossistema.
Düesberg enxerga mais abertura por parte das instituições com a Web3, mesmo que ainda exista uma trava. “Eu acho que, assim, é um ecossistema, e está em constante evolução”, afirmou.

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