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Itaú amplia cripto no Íon e Superapp com cinco tokens adicionais

A partir de 18 de agosto, clientes Itaú ganham acesso direto a Aave, Avalanche, Chainlink, Polygon e Litecoin — investimento mínimo de R$ 10 e zero tarifas mensais.

Itaú amplia cripto no Íon e Superapp com cinco tokens adicionais

O Itaú Unibanco acaba de dar uma guinada mais agressiva no universo cripto. A partir de 18 de agosto, clientes poderão negociar Aave, Avalanche, Chainlink, Polygon e Litecoin diretamente pelo Superapp ou na plataforma Íon — até então, limitada a Bitcoin, Ethereum e, desde abril de 2025, XRP, Solana e USDC.

Nada mudou no manual do cliente: investimento mínimo de R$ 10, sem cobranças mensais nem tarifas adicionais na venda. O banco chama isso de “movimento pautado nas necessidades dos clientes frente à nova economia tokenizada.”

A estratégia segue uma linha clara: consolidação de presença cripto — não só como emissor, mas atendendo amplo espectro de demanda digital. Desde 2023 já oferecia os principais criptoativos; agora, acelera na diversificação. Esse passo mostra que o banco está olhando para além do básico, enquanto observa cenários regulatórios com atenção. E tem mais: o Itaú considerou lançar uma stablecoin atrelada ao real, mas está esperando clareza regulatória vinda da Consulta Pública nº 111 do Banco Central para avançar com segurança.

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