Economia

O engenheiro da Google que diz ter criado uma IA com alma

Blake Lemoine, um ex-militar e engenheiro da Google, foi demitido após afirmar a funcionários que seu modelo de I.A possui ‘alma’.

Neste mês, o Google moveu Blake Lemoine, um ex-militar que atuava como engenheiro da empresa para um afastamento remunerado, após rejeitar alegações sobre a inteligência artificial desenvolvida pelo seu programa na empresa.

Lemoine, que atuava como engenheiro sênior da organização, concedeu entrevistas detalhando seu conflito com o conglomerado de tecnologia.

Segundo ele, a empresa não recebeu bem suas afirmações sobre a existência de uma ‘consciência’ e ‘alma’ no Modelo de Linguagem para Aplicativos de Linguagem da Google, cujo engenheiro era responsável pelo desenvolvimento.


Segundo o Google, os sistemas criados por Lemoine imitavam trocas de conversação e discutiam sobre diferentes tópicos, mas não tinha consciência, muito menos alma.

A explicação formal realizada pelo braço de Recursos Humanos da Google disse que o afastamento de Lemoine foi motivado pela quebra do acordo de confidencialidade da empresa.      

Lemoine, que se descreve como padre, ex-presidiário e pesquisador de IA, disse a executivos do Google que acreditava que seu projeto era uma criança, e que gostaria do consentimento da empresa antes de realizar experimentos nele.

Para ele, as alegações são baseadas em suas crenças religiosas, que o Google supostamente ‘discrimina’, o que levou ele a divulgar acontecimentos internos para membros políticos dos EUA, motivando seu afastamento.

Jovem coloca a própria alma a venda em NFT por R$14 milhões

O jovem estudante sueco Stijn van Schaik, de 21 anos, publicou uma nova oferta na plataforma de NFT OpenSea: a sua própria alma.

Na descrição, Stijn enumera uma série de opções que o comprador possa ter ao adquirir o bem intangível, como alegar publicamente ser dono da alma em questão, além de poder transferir, sacrificar ou doar sob quaisquer motivos.

A oferta do estudante sueco está aberta a leilão, e neste momento já supera os 1 mil Ethereum, o que equivale a cerca de $3,4 milhões, ou R$14 milhões.

Ainda segundo o estudante, caso a alma em questão não exista, sob quaisquer motivos religiosos, o contrato ainda assim permanece válido, o que transfere o risco inteiramente para o comprador.

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